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domingo, 31 de março de 2013

O crochê na CAÇADA

Conforme fui trabalhando meu inventário corporal as memórias da infância começaram  a florescer. outras memórias: aquelas carregadas de espaço, corpo e textura.

Me surpreendi com as memórias que emergiram em meu corpo, muitas delas eu considerava "sem importância".

N processo de dojo, ao demarcar meu quintal, a casa de minha avó materna, dona Ema, surgiu com muita força. as frestas, os cantos, as paredes descascadas de cal azul claro. O quarto-cozinha de tia Pierina, minha tia-avó. Lá, as comidas, o cheiro do guarda roupa, as histórias...

A história de como Pierina aprendeu a fazer crochê: com um palito de fósforo. Eu ficava tentando fazer crochê com um palito também. Achava difícil. Como ela conseguiu?

Eu preferia fazer com a mão mesmo:  faz o lacinho e puxa a linha por dentro. Fiz minha primeira correntinha de crochê aos 5 anos de idade. Gostava mesmo era de desfazê-lo: a linha vai sendo engolida pelas argolinhas, vai sumindo... Volta a ser linha.

sexta-feira, 8 de março de 2013

O FAZER DO CROCHÊ

Maria Fernanda, conversando com sua tia sobre o ato de fazer croche ouviu:

...  é um trabalho manual que vem de dentro. O resultado crochê é um resultado da intensidade interior da crocheira... 


pesquisando um pouco mais sobre crochê, encontrei algumas homenagens ao Divino, no blog de Lídia Luz:




"Recebe ó meu Divino
Estes punhados de flores
Que ofertamos com prazer 
Ao nosso Divino Espírito Santo. 
Aceitai, ó meu Divino 
De todo meu coração 
Que oramos ao seus pés 
Com prazer e devoção (...)". Hino das Flores em louvor ao Divino Espírito Santo.



segunda-feira, 4 de março de 2013

AS ROSAS



Ainda em busca da Rosa, do rosário...

apareceu uma opção para enfeitar o espaço cênico, com rosas de crochê decoradas com fitinhas coloridas, lembrando a bandeira do divino.

Talvez as cores das rosas variem entre azul, vermelho e branco, para remeter à Nossa Senhora do Rosário e ao Divino Espírito Santo.

O "fazer" do crochê, trabalho manual que leva tempo e dedicação,  remete-me diretamente  às mulheres que , durante todo o ano, se preparam para receber as folias em sua casas, que no dia da folia preparam o espaço que receberá o divino e os foliões, que preparam com suas mãos a comida que garante a energia da festa.